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Da imprensa a artigos de opinião, pode acompanhar aqui todas as actualizações que dizem respeito à Boxcode

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Uma Casa Pré-fabricada Sustentável Construída com Contentores
Em terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Uma Casa Pré-fabricada Sustentável Construída com Contentores

A reutilização de contentores na construção de edifícios de habitação é cada vez mais comum, constituindo uma alternativa  de baixo custo à construção modular tradicional. Nesse âmbito, o atelier Dinamarquês Arcgency criou o conceito World Flex Home, um processo de dimensionamento através do qual é possível construir habitações com diferentes configurações, de forma  ofuscada, isto é, não revelando do exterior, a estrutura executada com contentores.

 

O conceito World Flex Home (WHF) utiliza unicamente contentores standard de 12 m como núcleo estrutural, que podem ser rearranjados  de forma a servir para a construção de diferentes tipos de edifícios, desde vivendas térreas a casas geminadas com vários pisos.
As casas WHF podem ser construídas em qualquer parte do mundo, dada a disponibilidade de contentores marítimos a nível global. Além disso, dado o seu caráter modular, são facilmente desmontáveis, podendo ser realocadas num espaço de tempo muito curto.

A pré-fabricação dos módulos habitacionais permite a optimização energética, a integração de painéis fotovoltaicos ou coberturas para recolha de água das chuvas.

http://www.engenhariacivil.com/casa-pre-fabricada-contentores

 

Homify Contentor
Em terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Casa contentor: alternativa de baixo custo

Rita Paião Publicado 26.02.2015

A maioria dos portugueses sonha em ter a sua própria casa. No entanto, este sonho é diariamente deixado para trás por causa da crise e do nível de desemprego que o país atravessa. A equipa homify gosta de ver os seus leitores animados e por isso pôs-se à procura de uma solução económica para o sonho de uma casa só sua deixar de ser apenas um sonho..e encontramos! A solução chama-se contentor. Há já muitos fãs deste modo de vida, especialmente na Alemanha, lá esta tendência já foi aderida. Lembra-se deste artigo? Poderá estar neste momento a balançar a cabeça e a duvidar desta nossa boa ideia, mas iremos mostrar-lhe com bases em exemplos como confortável podem ser estas casas contentores. 

Quanto custa um contentor?

O custo de um contentor, seja ele novo ou usado, poderá variar imensamente de valor. Para um com cerca de 12 metros de comprimento poderá pagar entre 1.000 e 3.000 euros. Se quiser juntar vários e aumentar assim o tamanho da sua nova casa poderá gastar entre 7.500 a 10.000 euros. Na Alemanha existem contentores novas mas dificilmente se conseguem adquirir.

O contentor deve ser isolado?

Por norma os contentores usados nos navios, os marítimos, são de construção leve mas resistente. São essencialmente de aço inox e posteriormente levam revestimentos de cor e de protecção anti- corrosiva. Por isso os contentores para efeito de habitação devem ser tratados e revestidos com camadas de isolamento, garantindo uma temperatura confortável no interior e ainda garantindo um bom isolamento acústico.

É preciso permissão para colocar um num terreno e usar como casa?

Convém primeiramente informar-se no seu país e cidade se habitações com esta configuração são aceites. Terá de frisar se o contentor será para uso constante ou por tempo curto. Poderá ser apenas para determinada acção ou festa. O tamanho será um dos motivos porque poderá levar um não. Depois de ter um sim como resposta passe para o passo seguinte.

Poderá tentar sempre dar a volta e mostrar exemplos de outros países onde este facto já é costume.

O contentor

 

 

CSH CONTAINER SERVICES HAMBURG GMBH

Uma empresa com sede em Hamburgo, na Alemanha, vende contentores que foram usados basicamente para o transporte de mercadorias em navios e ainda novos contentores construídos de raiz com o acompanhamento de arquitectos e designers com o intuito de criar unidades habitacionais.

As casas contentor na Alemanha usam uma percentagem peq

Jornal i

Contentores. As casas low-cost do futuro?

“Quando se fala de pré--fabricação, as pessoas ainda ficam de pé atrás”, diz o arquitecto Manuel Remédios. Não há razões para isso. As casas são resistentes e anti-sísmicas. D.R.CLARA SILVA

27/10/2015 13:05

A empresa portuguesa Boxcode fabrica casas a partir de contentores marítimos que já não são usados. Um T2 custa 40 mil euros

Durante a edição deste ano do Greenfest, o festival de sustentabilidade que aconteceu em Outubro no Estoril, uma das empresas mais procuradas, “principalmente por jovens”, foi a Boxcode. A empresa portuguesa transforma antigos contentores marítimos em casas, lojas e hotéis, e tudo isto a um preço low--cost. Serão estas as casas do futuro?
Manuel Remédios, o arquitecto responsável pela Boxcode, acredita que sim. “Os contactos que tivemos no Greenfest foram quase todos com jovens”, garante. “Ter um T2 pronto com uma cozinha por 40 mil euros é muito importante, por exemplo, para um casal a começar a sua vida e que não quer ficar amarrado ao crédito.”

Pode estar certo e houve quem andasse a escolher uma casa como se escolhesse um automóvel num stand. Como “uma miúda de 20 e tal anos a quem o pai tinha oferecido um terreno e os avós iam oferecer a casa”, recorda o arquitecto. “Ela estava toda entusiasmada, já tinha ouvido falar nestas soluções. E, por exemplo, se mudar de Lisboa para Coimbra ou de Coimbra para o Porto, basta desmontar os módulos [da casa] e montá--los noutro sítio.”

Casas portáteis e low-cost, é disto que estamos a falar, e além de jovens à procura da primeira casa, a empresa que foi lançada este ano tem sido muito solicitada por câmaras municipais e por particulares, principalmente na área do turismo. “Temos muitas quintas no Alentejo interessadas em casas e quartos. Já nos foi pedido, por exemplo, um contentor todo revestido a cortiça para uma determinada quinta. As pessoas sabem exactamente aquilo que estão a comprar, sem trabalhos nem custos adicionais.”

As casas-contentores já são comuns nas cidades dos Estados Unidos, mas também na Europa, por exemplo em Berlim ou Paris. “Para além da facilidade de adquirir e transportar os contentores, são um produto evolutivo e podem aumentar de dimensão e serem empilhados uns nos outros”, continua Manuel Remédios.
Não são novidade noutros países mas são-no em Portugal, onde “as pessoas, quando se fala em pré-fabricação, ainda ficam de pé atrás”, sublinha. “Mas um tijolo também é um objecto pré-fabricado.”

Não enferrujam e duram 90 anos Os contentores são de aço, não enferrujam e vêm de portos como o de Lisboa, onde são vendidos ao fim de 15 anos, quando já não servem para transportar mercadoria. “No mar têm uma vida de cerca de 15 anos, mas na verdade duram 90”, explica Manuel. “O que fazemos é um isolamento até superior ao das casas tradicionais, por dentro e por fora. À primeira vista pode parecer uma casa normal, o que sucede é que está preparada para ser levantada.”

A resistência não há-de ser um problema, até porque estas casas são “anti-sísmicas”, garante o arquitecto. Uma casa demora dois meses a estar pronta e os preços podem variar entre os 25 mil (um quarto) e os 40 mil euros (um T2).
A empresa tem vários projectos em mente, como o de um hostel em Peniche para surfistas, a pensar no campeonato mundial, e outros projectos nos PALOP. “Aí, e para diminuir o custo de transporte, estamos a tentar que os contentores vão cheios de produto.”

fonte:

http://www.ionline.pt/419075

 

EXPRESSO news

A empresa portuguesa Boxcode transforma contentores marítimos em casas e até hotéis ecológicos

 Um contentor marítimo tem um tempo médio de utilização que não vai além dos 15 anos, acabando, após esse período, por ser retirado do transporte de carga. Porém, a sua durabilidade, dado os materiais que o compõem, como o aço corten, por exemplo, pode ir até aos 90 anos, criando um potencial de utilização de que muitas empresas a nível mundial já se aperceberam.

A empresa portuguesa Boxcode, que se lançou no mercado este ano, é uma delas. Dos contentores de carga que já ninguém quer (e que podem ser adquiridos junto de agentes transitários ou até em plataformas como o OLX ou o Custo Justo) fazem casas de férias ou de primeira habitação para famílias com preocupações ecológicas e/ou com orçamentos reduzidos. Produtos que a empresa vai lançar já na próxima semana, durante a 8ª edição do Greenfest, evento dedicado à sustentabilidade e que decorre entre os dias 8 e 11 no Centro de Congressos do Estoril.

“Esta é uma forma sustentável de dar vazão aos contentores que, por estarem um pouco batidos, acabam por ser retirados do transporte marítimo, apesar de a sua caixa estar em perfeitas condições. O que fazemos é criar uma espécie de ‘sanduíche’ para o seu interior, um revestimento que inclui várias camadas de materiais — entre outros, lã de vidro, madeira, cortiça — que garantem boas condições térmicas”, explica o administrador da Boxcode, Paulo Oliveira.

A empresa tem parcerias com duas fábricas, uma em Pombal e outra no Bombarral, que asseguram a conversão dos contentores em casas e até em pequenas unidades hoteleiras a inserir em ambientes naturais. O arquiteto Manuel Remédios, sócio da Boxcode, cria os projetos e as fábricas parceiras executam.

UMA CASA POR €25 MIL

Reconverter um contentor e transformá-lo num T1 equipado demora cerca de um mês. E a instalação faz-se numa semana. “As casas estão preparadas para evoluir conforme as necessidades das pessoas, pois basta ir juntando novos módulos”, aponta Paulo Oliveira. Um T1 custa €25 mil, um T2 fica por €39 mil e um T3 por €50 mil. E até hotéis podem ser construídos neste registo. Neste caso, os valores podem chegar a um milhão de euros para um pop up hotel com 25 unidades.

O responsável lembra ainda que, para as famílias, este “sistema pop up funciona como uma autocaravana”, acompanhando-as também na mobilidade profissional. “Basta desmontar a casa e montá-la num outro local.”

A Boxcode quer criar condomínios ecológicos para quem não tem um terreno onde possa instalar a casa-contentor. “Estamos a estabelecer acordos com as autarquias, que nos cedem terrenos muito baratos (a €1/m2, por exemplo) onde podemos instalar várias casas modulares”, diz Paulo Oliveira, acrescentando que em todos eles o objetivo é criar também valências desportivas.

Bombarral, Faro e uma outra localidade na zona do Grande Porto (ainda em negociações) estão entre os primeiros a aderir a este conceito.

Fonte:

EXPRESSO

http://expresso.sapo.pt/economia/2015-10-03-Casas-portateis-feitas-de-contentores

DIRECTOBRAS News

Casas portáteis feitas de contentores

12 Outubro 2015

A empresa portuguesa Boxcode, que se lançou no mercado este ano, está presente na 8ª edição do Greenfest a decorrer esta semana no Centro de Congressos do Estoril, com um projecto dedicado à sustentabilidade - casas AMETRO.

Este projecto, casas a AMETRO consiste no conceito de transformar contentores marítimos, que já não são utilizados como transportes de carga, em casa de férias ou habitação para famílias com preocupações ecológicas e/ou orçamentos reduzidos.

Os contentores têm um prazo de vida enquanto transportes de carga, mas a sua durabilidade, devido aos materiais que o compõe, pode chegar aos 90 anos.

A Boxcode tem uma parceria com duas fábricas que asseguram a conversão dos contentores em casas e até em pequenas unidade hoteleiras a inserir em ambientes naturais. O processo de conversão de contentor a T1 esquipado demora cerca de um mês, sendo que a instalação tem a duração de uma semana e consiste na criação de "uma espécie de 'sanduíche' para o interior do contentor, um revestimento que inclui várias camadas de materiais - entre outros, lã de vidro, madeira, cortiça - que garantem boas condições térmicas", explica o administrador da Boxcode, Paulo Oliveira, acrescentando que "As casas estão preparadas para evoluir conforme as necessidades das pessoas, pois basta ir juntando novos módulos".

Os valores das habitações vão desde os 25 mil euros, no caso de um T1, até os 50 mil euros um T3 sendo que outro objectivo da Boxcode será construir hotéis neste registo que poderão chegar a 1 milhão de euros com 25 unidades com sistema "pop up", um sistema autocaravana que permite desmontar e montar a casa num local diferente.

A Boxcode quer criar condomínios ecológicos para quem não tem um terreno onde possa instalar a casa-contentor e Paulo Oliveira afirma que "Estamos a estabelecer acordos com as autarquias, que nos cedem terrenos muito baratos (a €1/m2, por exemplo) onde podemos instalar várias casas modulares", acrescentando que criar valências desportivas é um objectivo em todos os condomínios.

O produto começou agora a ser lançado em Portugal, sendo que o Bombarral e Faro são os primeiros a aderir a este conceito, juntamente com uma localidade, ainda em negociações, na zona do Grande Porto, mas a Boxcode está prestes a fechar um grande negócio com o governo de Nicarágua para 500 casas modulares de habitação social e estão em negociação com a Suiça e Moçambique para outros projectos.

Fonte: Vários
Foto: D.R.

AMETRO é um novo conceito de habitação EVOLUTIVO e LOW COST.

As casas AMETRO é um novo conceito de habitação com base na reutilização de contentores marítimos, que dão lugar a casas modulares, evolutivas e ecológicas.

O projecto lançado pelo Boxcode âmbito do GreenFest, na próxima sexta-feira, pelas 15h45 no espaço Creative Crowd, no Centro de Congressos do Estoril. A apresentação será realizada pelo arquitecto Manuel Remédios, sócio e responsável pelos projectos arquitectónicos da empresa e da nova casa modular.  

O conceito AMETRO pretende dar a oportunidade à geração mais jovem de ter a sua própria habitação de forma económica, moderna e com tipologias evolutivas (de T1 a T4). A Boxcode também apresentará as suas novas soluções SLEEP KUBE para Eco Hotéis.

Fonte:

http://www.diarioimobiliario.pt/Actualidade/Sustentabilidade/AMETRO-As-novas-casas-modulares-evolutivas-e-low-cost

 

 

CONTAINER LUXURY HOUSE

Em Breve vamos revelar o interior Luxuoso By ROCA.

Estrutura de aço Corten:
- Contentores de luxo de 12x2.5mX 2 unidades, 60m2.
- Auto-sustentável e auto-suficiente
- Isolamento térmico e acústico
- Poderá não necessitar de licenças.
- Pode ter gerador de energia ou painéis Fotovoltaicos.
- Poderá funcionar como uma roulote, não é necessário ligações externas de água, electricidade e esgotos.
- Revestimento exterior de capoto, cortiça, madeira e a cor do acabamento fica ao critério do cliente.
- Projectado pelo Arquiteto Manuel Remédios e Arqtainer 
Soluções #aMETRO.
www.sleepkube.com 
Para mais informações 
info@sleepkube.com

Lisboa em destaque em Inglaterra
Paulo Oliveira
Lisboa é uma cidade de "tirar o fôlego". O elogio é do jornalista David Wells, da publicação britânica Western Morning News, que, este mês, dedicou um artigo naquele jornal à "dança das ruas da vibrante e histórica cidade portuguesa de Lisboa", dando conta da sua experiência na capital. A "bonita, brilhante e decorativa" calçada portuguesa que, à primeira vista, "pode afastar os turistas do centro" é apenas, na realidade, um dos muitos charmes da cidade, escreve David Wells, que assegura que "quem se deixar entrar no ritmo das ruas lisboetas terá, em breve, o seu coração a bater a par do coração da cidade e ficará apaixonado por esta histórica capital". Na peça publicada a semana passada, o jornalista britânico começa por dar destaque às primeiras paragens da sua viagem: "Alfama, o mais antigo bairro de Lisboa", cuja "personalidade medieval" foi, segundo Wells, "poupada do terramoto que arrasou a maior parte da cidade em 1755", e o Castelo de São Jorge, uma "maravilha" para quem gosta de admirar a paisagem. De acordo com o autor do artigo, o bairro alfacinha é um exemplo da "energia atmosférica da vida tradicional, com pássaros em gaiolas pendurados às janelas, velhos edifícios cobertos com os icónicos e decorativos azulejos que definem a cidade". À noite, as ruas são "banhadas pelos doces sons do Fado, a música tradicional deste enclave mourisco". "Para inspirar verdadeiramente as paisagens atmosféricas" de Lisboa, porém, "vale a pena subir a um dos pontos mais altos da cidade que, como a minha cidade, Sheffield [no Reino Unido] e como a cidade de Roma, é construída, de forma bela, sobre sete colinas", realça David Wells. A este propósito, garante, o Miradouro de Santa Catarina é "um dos melhores miradouros" existentes em Lisboa, oferecendo um olhar "impressionante sobre a cidade e o Rio Tejo".
Lisboa no Tripadvisor
Filipe Simões
Em nova edição da análise do TripAdvisor a cidades turísticas, os viajantes votaram Lisboa para o top 3 mundial de cidadãos prestáveis e de melhor relação qualidade-preço.

Os utilizadores do TripAdvisor, megaportal internacional de viagens, voltaram a distinguir Lisboa pela hospitalidade e pelos preços. No estudo Cities Survey by TripAdvisor, em que participaram "mais de 54 mil pessoas", a capital portuguesa mantém-se no top 3 das categorias que analisam os "cidadãos prestáveis" e a relação qualidade-preço.

A cidade — a única no país que foi sujeita a análise — já liderou, noutras edições, esta última categoria mas, desta vez, foi ultrapassada por Budapeste, ficando em 2.º lugar, logo seguida de Hanói (Vietname). No campo da simpatia, continua a ser a capital europeia mais considerada pelos turistas, já que, tendo conquistado o 3.º lugar mundial, só é ultrapassada pela Cidade do Cabo (2.ª) e Tóquio (1.ª).
Por que vivem eles numa mini-casa?
Karl e Hari compraram um terreno em dinheiro e, com a ajuda do site tinyhouseblog.com, começaram a construir a mini casa de 15 metros quadrados, onde hoje vivem com os dois filhos, Archer de 9 anos e Ella de 11.
Demoraram 10 meses a erguê-la e utilizaram, sobretudo, materiais recicláveis, como a madeira, o vidro, a chapa de zinco e o alumínio. Gastaram, no total, pouco mais de 8 mil euros. Sem hipoteca para pagar e com contas da água, luz e eletricidade bem mais reduzidas, em pouco tempo começaram a ver resultados. "Como a casa é tão pequena e fácil de aquecer, hoje gastamos em eletricidade um quarto daquilo que gastávamos na Florida. Por mês, poupamos cerca de 1000 dólares (cerca de 730 euros), além do meu salário, que vai todo para o banco", diz-nos Hari. Com o dinheiro que pouparam, estão agora a construir uma casa maior, mesmo ao lado.